quinta-feira, 26 de abril de 2012


Tragédia em Alfaville
            O mordomo José Luiz Fonseca, 45, adentrou a mansão às 6:45h, como de costume e deus as ordens do dia aos funcionários que já se preparavam para a jornada de trabalho.
            Foi até a cozinha supervisionar o menu das refeições do dia e conferir a bandeja com o café de seu patrão, magnata, dono da rede de construção civil “Arencal”, que possui filiais em todo o país.
            Subiu as escadarias com a bandeja, bateu na porta, entrou, colocou a bandeja na mesinha de cabeceira e observou que João Miguel Arenco, 41, não estava na cama, deduziu então que seu patrão estava no banheiro, pois ouviu o barulho da hidromassagem, aproximou-se da porta entre aberta e avistou a banheira funcionando e cheia de espumas, não teve pudores e se aproximou, mas ao prestar atenção notou que parte da espuma apresentava uma cor avermelhada, ficou muito assustado, olhou ao redor, percebeu que não havia ninguém, meteu as mãos entre a espuma e que horror, ali embaixo encontrava-se o corpo sem vida daquele que agora conferia, era mesmo o João Miguel com um tiro no peito.
            Correu ao telefone, ligou para a segurança da mansão e saiu gritando escada abaixo.
            Investigadores suspeitam de crime pré-meditado, facilitado por algum funcionário da mansão, tendo em vista que esta é monitorada por equipamentos de segurança que não se sabe por qual motivo, parte da noite estes ficaram desligados.
            O pessoal da segurança não soube justificar o fato.
            O caso corre agora na Polícia Federal.


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